
Quando perguntaram ao John D. Rockefeller, “Qual é o suficiente?” A resposta dele foi essa: “Só um pouquinho mais.” Temos mais do que suficiente e queremos fazer mais, simplesmente não temos qualquer idéia de que poderíamos fazer diferente. Estamos vivendo em uma época de generosidade. Mais do que nunca as pessoas querem dar. Eles querem ajudar os outros que estão passando por necessidades. Mas como igreja muitas vezes não sabemos como. Não temos acesso directos as necessidades porque as nossas comunidades estão escondidas e vivem longe das necessidades de nossas cidades. Temos sido consumido por uma cultura que nos diz que precisamos de mais, enquanto isso já temos mais do que suficiente. Nós nos tornamos escravos culturais ao consumismo. Ela nos espreme. Ela nos diz que é importante, o que comprar, quando chegar mais, por que vai mudar nossas vidas, onde é o melhor lugar para comprar e qual a fonte de crédito que você deve usar para comprar.
Ainda assim, eu tenho um profundo sentimento que todos nós queremos mudar essa mentalidade. Não é verdade que nenhum de nós quer ser consumidos por essa pressão que está empurrando-nos a este sentimento todos os dias? Queremos recuperar o controle de nossas acções. Não queremos viver em uma mentalidade de de uma correia frenética, queremos escolher os nossos próprios passos e experimenta uma liberdade de escolha. Podemos relacionar com a resposta que Rockefeller deu a esta questão complicada. Nunca pensamos que temos o suficiente. Nós conseguimos o que queremos, então queremos mais. Quando conseguimos mais, tendemos a gastar mais, resultando em necessidade de mais. Nunca parece ser suficiente.
Qual é o suficiente? Esta pode ser a questão mais crítica de nossa geração. Devemos escolher desenhar uma linha em nossa vida cotidiana. Se não desenharmos esta linha, nossa vida será tomado por uma nuvem de desejos desenecessários. Isto só será reconhecido quando optarmos por defini-la. Definir o suficiente é a minha responsabilidade pessoal. Definir o suficiente é a nossa oportunidade. E se a pergunta “Qual é o suficiente?” Foi integrado no ethos de conversas da nossa comunidade? Como mudar as nossas comunidades? Que prioridades mudaria nosso uso de tempo e energia? Defender o suficiente é a nossa chance de criar uma grande mudança cultural ao nosso redor. Defender o suficiente pode ser a nossa oportunidade de trazer esperança para a humanidade. Em uma era de mais e mais, talvez a igreja pudesse viver com menos, resultando em mais para os outros. Seja um agente da esperança, fazendo o bem e a diferença em sua comunidade! Este é meu desejo!